Como o fator cultural pode influenciar os negócios no exterior

Como o fator cultural pode influenciar os negócios no exterior

Por Jefferson Frauches Viana

Levar uma empresa para fora do Brasil por si só já é um grande desafio. Mas além dele, há muitas outras questões importantes, como fazer o negócio ser sustentável, rentável e crescer.

O que muita gente não se atenta é que, não basta ter um bom serviço ou produto. Negócios no exterior dependem de um bom planejamento, conhecimento do mercado e até mesmo da cultura local.

Para ter sucesso no exterior, naturalmente, a sua empresa precisa enxergar as necessidades daquele local e se adequar a todas elas, desde as mais simples, até o que envolve o funcionamento do seu serviço ou produto.

Quanto ao fator cultural, imagine como a Índia e a Espanha, por exemplo, possuem hábitos totalmente diferentes. Quando me refiro a hábitos falo sobre:

  • Costumes;
  • Comunicação;
  • Forma de consumo;
  • Legislação.

Todos esses pontos listados podem impactar uma negociação, principalmente de forma negativa, quando não se conhece a fundo sobre o cliente daquele lugar.

Quando o assunto é cobrança, por exemplo, esses fatores se tornam ainda mais agravantes. Afinal, qualquer empresa depende de receber os pagamentos para se manter e, assim como no Brasil, em outros países também é preciso garantir que isso vai acontecer.

Mas como garantir que esse trabalho de cobrança vai gerar resultados positivos também em outros países? Simples, conhecendo a cultura local e, de preferência, contando com parceiros in loco.

Se comunicar para fora como fazemos aqui no Brasil, pode soar diferente e atrapalhar muitas negociações. Por isso, em algumas situações a melhor alternativa é entregar esse trabalho para quem pode guiá-lo e colher os frutos.

Língua, horários, modo de falar, forma de abordagem e questões jurídicas de outros países parecem simples quando vistas de fora, mas se não forem bem trabalhadas podem tirar a capacidade do seu negócio de crescer no exterior.

Jefferson Frauches Viana é Conselheiro TrendsInnovation, CEO & Founder da Way Back e Shareholder da TCM Group

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