Por que eu gosto tanto de inteligência artificial – Parte 2

Por que eu gosto tanto de inteligência artificial – Parte 2

Por Claudia Hausner

Inteligência Artificial (IA) representa a 3ª era da computação, definida genericamente como a habilidade do computador performar funções cognitivas igual ou melhor que os seres humanos.  Esse artigo é parte II, trará exemplos de onde tropeçamos na IA e muitas vezes não nos damos mais conta. Ela já está entre no. O artigo parte I detalhou tecnicamente elementos da IA.

Como a figura ilustra, a geração de 62 é maravilhosa, como é que no meu Facebook eu recebo esse anúncio? E talvez você que tenha nascido em 1960 ou 1964, por exemplo também receberam em sua página um anuncio com uma camiseta dizendo que seu ano de nascimento faz você ser uma pessoa incrível.  Tem a minha data de nascimento e, portanto, a IA de quem produz a camiseta envia para as pessoas que nasceram no mesmo ano as fotos das camisetas de seus anos de aniversário. Divertido e inteligente.

Spotify aumentou em muito minhas músicas que gosto. Sugere com base no que escuto com um alinhamento incrível de estilo. Me deu a oportunidade de conhecer muitos artistas e compor minhas listas de músicas com muito mais diversidade de artistas. O mesmo ocorre em todas as plataformas de streaming que sugerem filmes dado o ultimo que foi assistido ou mesmo com base no conjunto dos filmes assistidos.

A IA melhorou drasticamente conseguirmos chegar aos lugares, quer seja via aplicativos de localização de endereço como quando vamos viajar. Em vez de depender de mapas ou direções impressas, agora você pode usar o Waze, Google ou Apple Maps em seu telefone e digitar seu destino. E nos habituamos a ter o aplicativo sabendo como nos levar onde queremos ir, e mais, indica a rota mais curta, mais rápida, onde há radares, e problemas existente que outros usuários reportam na sua rota. Os aplicativos também foram ensinados a entender e identificar mudanças no fluxo de tráfego para que possa recomendar a rota que evite bloqueios e congestionamentos.

Microsolft quando se trabalha em um arquivo e depois se entra no email, pergunta se queremos enviar aquele último arquivo trabalhado e pergunta ainda mais como arquivo ou como link.

Quando realizamos compras online sempre existe a sugestão de itens parecidos, complementares, que poderiam ser de seu interesse.

Autocorreção de textos, na maioria das vezes nos ajuda a aumentarmos a qualidade dos textos. Acerta ortografia, procura fazer ajustes de gramática e questiona redundâncias, como por exemplo “resultados finais”, questiona se de fato queremos manter essa estrutura dado que resultados são finais já.

Perguntas de buscas nas ferramentas de busca também assumem que tem interesse no assunto e sugerem novas pesquisas. Chatbots, ferramentas de chat virtual que respondem as perguntas mais frequentemente feitas, são outro exemplo. As arvores de perguntas e decisão estão em processo de melhoria, mas já avançaram muito.

Mesmo que não saibamos, não conseguimos mais viver sem todos os benefícios da IA em nossas vidas.

Claudia Hausner, Conselheira de Administração, Conselheira Consultiva, Conselheira TrendsInnovation e Conselheira Familiar no aprimoramento da estratégia, com foco em visão de futuro e construção de valor, orientando líderes e gestores. Forte background em finanças (mercado de capitais), M&A e valuation. Traz maturidade e qualidade para o trabalho da organização, foca na diretriz, e potencializa a longevidade exitosa das empresas. Empreendedora.

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